
terça-feira, 17 de julho de 2007
domingo, 15 de julho de 2007
Jazz
Solo de sax
invade, sem pedir licença.
Não há maior jazz
Do que gastar todo meu gás
Com você.
Aumenta o volume,
Fodam-se os incrédulos!
A noite merece essa música
que te ofereço...
invade, sem pedir licença.
Não há maior jazz
Do que gastar todo meu gás
Com você.
Aumenta o volume,
Fodam-se os incrédulos!
A noite merece essa música
que te ofereço...
sábado, 14 de julho de 2007
sexta-feira, 13 de julho de 2007
Estrela Cadente
Meu All Star ,
não serve mais.
Abandonado no fundo da gaveta,
como troféu de resistência.
Guarda na sola,
mapas de viagens,
ideologias,
guitarras distorcidas e utopias...
Cumpriu sua tarefa,
Inobstante tropeços,
Conduziu-me até onde pode.
Combalido das convicções,
Hoje cético,
E nem tão ético,
Busca um lugar,
Seguro para descansar,
Cadarço frouxo,
Dos desbotados sonhos,
Em busca de brilho bússola.
Meu All Star ,
não serve mais.
Abandonado no fundo da gaveta,
como troféu de resistência.
Guarda na sola,
mapas de viagens,
ideologias,
guitarras distorcidas e utopias...
Cumpriu sua tarefa,
Inobstante tropeços,
Conduziu-me até onde pode.
Combalido das convicções,
Hoje cético,
E nem tão ético,
Busca um lugar,
Seguro para descansar,
Cadarço frouxo,
Dos desbotados sonhos,
Em busca de brilho bússola.
quinta-feira, 12 de julho de 2007
Rima Rica / Frase Feita
Nei Lisboa
Desculpe, meu bem
Se ontem te fiz chorar
Mas a vida é assim mesmo
Não se pode exigir
Pouco dá pra esperar
Muito obrigado por tudo
Pelo teu suor, pelos teus gemidos
E espero que a minha estupidez
Cicatrize teus sentimentos feridos
Nasci e morro assim, só
Perdido no escuro, dentro de mim
E vou cruzando o barro
Vou comendo pó
Até que chegue o fim
Mas a força eu retiro
Sugo feito vampiro
De saber que as estrelas
Também vivem sós
De um cigarro amassado
De uma rua deserta
De outros que até eu posso sentir dó
Da menina de olhos grandes como a lua
De uma noite sentindo tua carne crua
E dos bares, das festas
Dos vinhos, serestas
Das mentes infestas de podres horrores
De mil desamores
Do chope das quatro
Desse louco mundo putrefato
Dessa grande peça de teatro
Nei Lisboa
Desculpe, meu bem
Se ontem te fiz chorar
Mas a vida é assim mesmo
Não se pode exigir
Pouco dá pra esperar
Muito obrigado por tudo
Pelo teu suor, pelos teus gemidos
E espero que a minha estupidez
Cicatrize teus sentimentos feridos
Nasci e morro assim, só
Perdido no escuro, dentro de mim
E vou cruzando o barro
Vou comendo pó
Até que chegue o fim
Mas a força eu retiro
Sugo feito vampiro
De saber que as estrelas
Também vivem sós
De um cigarro amassado
De uma rua deserta
De outros que até eu posso sentir dó
Da menina de olhos grandes como a lua
De uma noite sentindo tua carne crua
E dos bares, das festas
Dos vinhos, serestas
Das mentes infestas de podres horrores
De mil desamores
Do chope das quatro
Desse louco mundo putrefato
Dessa grande peça de teatro
sexta-feira, 6 de julho de 2007
Música... Ah! A música
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